Vamos por as cartas na mesa, porque você joga dessa maneira, encontra cartas que fazem você ganhar todas as vezes que me olha, tem manha, tem jeitinho, tem o que? Seu jogo me vira, desvira e eu não encontro desculpa melhor do que 'eu quero parar, eu perdi'. Mas você insiste em me deixar no jogo, inconscientemente eu aceito, parece ser legal no começo, mas cadê as cartas para jogarmos isto juntos? Porque sempre queres ganhar, já não basta você ganhar-me? Aí você joga sobre a mesa a carta da insegurança, poxa, porque neste momento eu só tenho a carta do amor, eu perdi a razão do jogo, porque o que me importa é somente o jogador.
Mas eu sou mesmo um clichê. Um daqueles bem água com açúcar, sabe? Um melodrama de quinta. Uma comédia romântica, que você não se cansa de ver num domingo a tarde. - Querido John
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Seu jogo eu não sei jogar
Encontros imaginários
Em uma esquina qualquer, sob um olhar distraído e com a consciência desligada eu esbarre com você, ah e quando isso acontecer, eu juro que vou tentar parecer a menina mais feliz desse universo, prometo lhe pedir perdão por não olhar por onde ando e bem, acho que irei seguir o destino pretendido, você apenas rirá e dizer não foi nada, eu sei que vai ser assim, te conheço, me conheço, mas desconheço o que acontece entre a gente.
Um quase adeus
Ela disse: '' Estou indo embora, peguei a chave tá? Vou trancar, pro meu espaço eu acho melhor você nem bater na porta, eu não vou abrir. Deixei ali uma foto de nós, se quiser jogar fora eu entenderei, acho que o porta retrato valeu mais que nossa foto pra você, mas peguei meus sonhos do teu armário, chega de você saber deles, nunca pensou em fazê-los se realizar, não se culpe, por favor. Peguei no cofre meu amor, você sabe a senha então seria fácil de ir lá e tocá-lo, então decidi levá-lo embora. Acho que era isso, ah e deixei sobre a mesa uma data, a de hoje, acho que você sabendo o dia que eu fui embora fica mais fácil de contar os meses que está sentindo falta do que sempre esteve aqui. Eu te amo. ''
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Voltas, revoltas, monótonas
Volta e meia eu dou uma volta e volto, meio passo continuo, chego ao zero graus e corro até trezentos e sessenta, volta e meia eu nem dou nenhuma volta, em que grau eu esteja, acomodei-me, girar-me quando for tediante demais, volta e meia voltei pro meio e saí em destino à origem, começar do zero para uma boa rodada.
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
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