As vezes voltando, sento-me no assento do ônibus e olho pra fora, vejo fisionomias das pessoas desprevenidas sem saber que há alguém olhando pra elas, vejo pessoas sérias dirigindo com pressa de chegar em casa e descansar, vejo gente conhecida que nem sabe que eu existo, vejo o azul do céu que esta se tornando cada vez mais escuro, pronto para a noite chegar, olho para isto e vejo que mais um dia está acabando, mais 24 horas estão passando da minha vida e coisas que eu ainda quero fazer, não consegui em mais um dia, certas vezes, sinto ânimo de estar completando mais um dia feliz e que consegui fazer com que essas horas se tornassem proveitosas, de certa forma estou pensando para o tempo passar, mesmo querendo que as vezes passe bem devagar, quando eu sento no banco do ônibus de segunda à sexta, eu paro, penso, juro que me sinto longe e livre, mesmo com várias vozes que falam ao mesmo tempo, ver a noite surgindo e quando eu levantar do ônibus e entrar em casa, estou pronta para acabar mais um dia da minha rotina, eu deito e fecho os olhos para acordar e completar mais 24 horas e assim sucessivamente.
Mas eu sou mesmo um clichê. Um daqueles bem água com açúcar, sabe? Um melodrama de quinta. Uma comédia romântica, que você não se cansa de ver num domingo a tarde. - Querido John
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Rotinas repetitivas
As vezes voltando, sento-me no assento do ônibus e olho pra fora, vejo fisionomias das pessoas desprevenidas sem saber que há alguém olhando pra elas, vejo pessoas sérias dirigindo com pressa de chegar em casa e descansar, vejo gente conhecida que nem sabe que eu existo, vejo o azul do céu que esta se tornando cada vez mais escuro, pronto para a noite chegar, olho para isto e vejo que mais um dia está acabando, mais 24 horas estão passando da minha vida e coisas que eu ainda quero fazer, não consegui em mais um dia, certas vezes, sinto ânimo de estar completando mais um dia feliz e que consegui fazer com que essas horas se tornassem proveitosas, de certa forma estou pensando para o tempo passar, mesmo querendo que as vezes passe bem devagar, quando eu sento no banco do ônibus de segunda à sexta, eu paro, penso, juro que me sinto longe e livre, mesmo com várias vozes que falam ao mesmo tempo, ver a noite surgindo e quando eu levantar do ônibus e entrar em casa, estou pronta para acabar mais um dia da minha rotina, eu deito e fecho os olhos para acordar e completar mais 24 horas e assim sucessivamente.
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